Agência de marketing
Sua marca não precisa de mais curtidas. Precisa de mais clientes.
01Tráfego pago
Tráfego que gera demanda, não audiência
Existe uma diferença cara entre aparecer e ser procurado. A gente monta a campanha de trás pra frente: começa pela venda que precisa acontecer, define quem é a pessoa capaz de fazer essa venda existir e só então escreve o anúncio. Cada etapa do caminho é medida — quando um número cai, a gente sabe exatamente onde mexer.
- 01 Público certo Quem tem o problema e tem como pagar por ele 0
- 02 Anúncio que filtra Fala a dor com nome e sobrenome, espanta o curioso 0
- 03 Conversa iniciada WhatsApp, formulário ou ligação — sempre rastreado 0
- 04 Lead qualificado Passou pelo filtro do comercial, tem fit e urgência 0
- 05 Venda fechada O único número que paga a conta no fim do mês 0
Os números acima são ilustrativos. O formato do funil muda de negócio pra negócio, e ninguém sério promete retorno antes de olhar a sua operação — o que não muda é medir todas as etapas em vez de olhar só o topo.
Se você já anuncia e não sabe dizer quanto custa uma venda, o problema não é o valor investido. É a falta de medição entre o clique e o caixa.
Revisar meu tráfego02Posicionamento local
Aparecer no Google Meu Negócio quando procuram por você
Tem uma demanda que já existe e não precisa ser criada: a pessoa que abre o mapa e digita o que precisa, agora. Quem aparece nos três primeiros resultados leva a maior parte dessas ligações. Perfil otimizado, categorias corretas, fotos, serviços descritos, avaliações trabalhadas e postagens frequentes — é trabalho de manutenção, e é ele que sustenta a posição.
- 1ºConcorrente da esquina
- 2ºRede grande da região
- 7ºSeu negócio
- 4ºLoja do bairro vizinho
Exemplo de perfil trabalhado — os seus dependem da sua praça e concorrência.
O que a gente faz no seu perfil
- Categoria e serviços descritos do jeito que o Google entende — é o que decide em quais buscas você entra.
- Fotos e postagens com frequência: perfil parado cai de posição, perfil vivo sobe.
- Avaliações trabalhadas com processo — pedir na hora certa, responder todas, inclusive as ruins.
- Área de atuação e palavras que seu cliente realmente digita, não o jargão do seu setor.
- Ligação e rota rastreadas, pra você saber quanto do faturamento veio do mapa.
03Estruturação comercial
Lead bom morre em comercial ruim
A maioria das agências entrega o lead e lava as mãos. A gente vai até onde o dinheiro entra: tempo de resposta, roteiro de abordagem, qualificação, contorno de objeção, follow-up e fechamento. Isso não é teoria de curso — é a rotina de quem senta na cadeira do closer e fecha.
O que a gente estrutura
- Tempo de resposta com meta e medição — lead respondido em minutos converte muito mais do que lead respondido no dia seguinte.
- Roteiro de abordagem escrito pro seu produto, com as perguntas que qualificam antes de falar preço.
- Matriz de objeções: as cinco que mais aparecem no seu mercado, com resposta pronta e testada.
- Cadência de follow-up — a maior parte das vendas está no contato que ninguém faz.
- Ritual de gestão: metas, reunião de números e o que fazer quando o mês está atrasado.
04Implantação de CRM
Nenhum lead esquecido no bloco de notas
Lead que fica no WhatsApp de um vendedor não é ativo da empresa — é sorte. A gente implanta o CRM, desenha o funil com as etapas reais do seu negócio, integra a entrada dos anúncios direto no sistema, coloca lembrete no que está parado e monta o painel que você olha uma vez por dia pra saber onde está o mês.
O funil acima é uma simulação. O seu tem as etapas que a sua venda realmente tem.
05Quem fala por nós
Clientes parceiros, não contratos de três meses
A prova que interessa não é o print do gerenciador — é o cliente virando a câmera pra contar o que mudou. Toque em qualquer cartão para ouvir.
O próximo depoimento pode ser o seu
06Quem toca
Quem cuida da sua verba é o CEO da Motrix
Lucas Magno CEO da Motrix Marketing & Tecnologia
Lucas é CEO da Motrix Marketing & Tecnologia — as duas divisões respondem a ele. São 6 anos de agência e mais de R$ 8 milhões gerenciados em anúncios online. Ele já foi o gestor de tráfego que apertava o botão da campanha, e é por ter passado por essa cadeira que hoje orquestra o time inteiro: define a estratégia, cobra o número e coloca cada especialista onde ele rende mais.
A outra metade da bagagem é venda — ele senta na mesa de negociação e fecha. Quem já vendeu sabe o que um lead precisa ter pra virar cliente, e é essa leitura que entra na hora de decidir público, oferta, criativo e o que o time comercial vai falar quando o telefone tocar.
Vamos gerar demanda